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Até aqui nos ajudou o Senhor... 1° Samuel 7.12

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Estudio movel John Lennon


Desde 1998, um ônibus equipado com dois estúdios de gravação passa por escolas e universidades das principais cidades dos Estados Unidos, ele faz parte de uma organização sem fins lucrativos mantido pelo legado de John Lennon.
Trabalhando ao lado dos maiores nomes da música, o estúdio-ônibus encoraja os alunos a tocar, gravar, escrever e fazer a engenharia de músicas bem como fazer a produção de vídeos.

O interior do ônibus é divido em 2 diferentes estúdios, que podem ser abertos para criar um estúdio maior.
O estúdio da frente tem os mais modernos equipamentos para a produção de áudio e vídeo. O estúdio de trás tem uma sala de mixagem de alta definição e também uma sala de gravação para instrumentos acústicos, a lateral do ônibus pode facilmente ser transformada em um palco para apresentações ao vivo de alunos e músicos locais.

Algumas empresas brasileiras já lançaram projetos itinerantes similares, mas sempre pensando em entretenimento e não em conhecimento. Você não acha que está na hora de mudar isso?

Confira o site oficial:http://www.lennonbus.org/

A pedido dos internautas estamos postando materias referente filmadoras.
FILMADORA CANON XA10
A Canon anunciou o seu novo modelo de câmera de vídeo profissional a XA10.
Desta forma surge a tendência de se atender os vídeo makers que preferem usar uma câmera que só façam vídeo mesmo .
Além do mais , com tantas opções no mercado de vídeo câmeras da linha Pro e semi Pro com recursos destinados exclusivamente a produção "videográfica", a Canon não podia ficar de fora deste mercado .
Inicialmente pelo que pude ver, tal equipamento pode ser usado para pequenos documentários, make off, eventos sociais e captação de imagens de arquivo. Este equipamento tem recursos de gravação de vídeo Full HD 1080p utilizando o código AVCHD , lente Canon 10x HD Zoom, DIGIC DV III Image Processor, CMOS nativo da Canon 1/3-inch 1920 x 1080 , tela táctil de 3,5 polegadas LCD, Ótica SuperRange Estabilizador de imagem do sistema com o padrão Dynamic e Powered IS , função de infravermelho, entradas XLR dupla, controle manual completo de taxas de quadro, velocidade de zoom, foco, balanço de branco , controle de ganho, filtros personalizáveis , monitor de forma de onda para uma exposição precisa e capacidade de gravar em uma unidade flash interna de 64GB ou dois slots para cartão SDXC , bem como a retransmissão de gravação para gravar simultaneamente dois cartões.

FILMADORA HAND CAM PROFISSIONAL SONY HDR XR 550 V. Além de 64GB de memória interna, a CX550V também oferece a opção de gravação em mídia Memory Stick da Sony ou em cartões de memória SD/SDHC. Você também pode transferir arquivos da memória integrada para a mídia removível para a transferência para o seu computador ou para liberar espaço na câmera durante a gravação.
No que diz respeito ao receptor GPS integrado, a CX550V oferece uma excelente ferramenta para marcar seus vídeos e fotos pelo local. E, quando quiser rechamar suas imagens, opções como o Índice de Mapa oferecem acesso rápido. Use o GPS da câmera para manter as coisas organizadas de uma maneira totalmente nova e compartilhe fotos e vídeos com amigos e familiares online de acordo com o local em que a imagem foi gravada. Os principais recursos da HDR-CX550V incluem tudo, desde um sensor CMOS superpotente até uma generosa tela LCD de 3,5". O sensor CMOS Exmor R retroiluminado de 1/2,88" opera com o Processador de Imagem BIONZ da Sony para capturar fotos e vídeos limpos e detalhados com captura aprimorada sob luminosidade fraca em comparação com os sensores CMOS anteriores da Sony, graças à retroiluminação. O processador de imagem conta com recursos como Gravação Dupla e Detecção de Rosto. O LCD Wide Xtra Fine TruBlack de 3,5" é uma tela de alto contraste que reduz reflexos, oferecendo uma plataforma ampla para a gravação e reprodução de imagens. Além do LCD, a CX550V também possui um visor colorido de 0,27" para a gravação quando o LCD é fechado. Entre os diversos recursos fáceis de usar da HDR-CX550V, você encontrará várias maneiras de melhorar suas gravações e obter a imagem que deseja. Entre os recursos de destaque da CX550V estão os jacks de microfone e headphone integrados para a gravação com headphones e microfones externos opcionais. Há também a opção de gravação AVCHD a 24Mbps pela sua versatilidade e pelos detalhes. Outros recursos como Golf Shot, SteadyShot Ótico, zoom ótico 10x e um Dial Designável oferecem uma ajuda extra para que você possa obter a imagem desejada. Os recursos extras incluem Detecção de Rosto, Smile Shutter, Gravação Lenta Suave e uma Sapata de Interface Ativa, entre outros. Não confunda a Sony HDR CX 550V com a sua irmã Sony HDR XR 550v cuja gravação e´armazenada diretamente em HD, pois no meio profissional não se usa cameras deste tipo, pois se acontecer um acidente por exemplo de a camera cair ao chão corre risco de perder o contúdo gravado.
FILMADORA SONY NEX-VG 10
Se você é um daqueles que se sente, simplesmente, maravilhado com o que as câmeras DSLR tem proporcionado com relação a qualidade de vídeo, a Sony vem com uma novidade REALMENTE IDEAL PARA QUEM PRETENDE UTILIZAR CÂMERAS COM SENSOR APC-S e obter a melhor performance em vídeo.
É com muito orgulho que lhes apresentamos está NOVIDADE da Sony, que já está encantando aos cinegrafistas nos EUA e Europa. Trata-se da novíssima NEX-VG10, lançada recentemente.
Vale ressaltar que, as câmeras DSLR, tais como a Canon EOS 7D, 5D Mark II e etc, tem algumas limitações, as quais a Sony pensou em eliminá-las. São elas:
1) AUDIO (o audio das DSLR são, simplesmente, "deploráveis"!!!!). Impossível de se gravar audio (mesmo que com um microfone externo) com câmeras DSLR. A Sony colocou um microfone embutido na VG10 que é, realmente, fora de série! Além disso, na VG10 você pode monitorar o audio com um fone de ouvido. Nas DSLR, não!
2) TEMPO LIMITE DE GRAVAÇÃO - nas DSLR, você grava vídeos em, no máximo, 30 minutos contínuos. Depois disso, as câmeras simplesmente "fritam". Elas se super aquecem e você é obrigado a parar as gravações até que elas voltem a uma temperatura normal para operação. Além disso, na 7D, por exemplo, você estará limitado a gravar, no máximo, 10 minutos de vídeo (ou arquivos que contenham, no máximo, 4GB de tamanho). Após este tempo, um arquivo é gerado e, para começar a gravar novamente, você precisará pressionar REC, perdendo um tempo de filmagem entre um arquivo e outro. Essas limitações não existem na VG10.
3) Já falei do SUPER AQUECIMENTO das DSLR. Isso não existe na VG10.
4) ESTABILIDADE DAS IMAGENS - nas DSLR você NUNCA conseguirá fazer vídeo, simplesmente, segurando-a nas mãos! Você é OBRIGADO a utilizar um Steadicam ou tripé. Na VG10, isso não acontece, pois ela possui um sistema eletrônico de estabilidade de imagens igual ao da HXR-MC50, HXR-NX5, etc.
5) VERSATILIDADE - Nas Canon, os LCD são FIXOS na parte traseira da câmera. Você já tentou gravar vídeos com uma câmera dessas? Bem, a VG10 tem um monitor que gira 180 graus, como qualquer outro LCD de uma câmera profissional!
Algumas features da câmera:
Lente intercambiável, A NEX-VG é compatível com as lentes Sony E-series. Com o adaptador (OPCIONAL) LA-EA1 A-mount adapter) você poderá utilizar as lentes Sony/Minolta A-mount series, abrindo uma série de possibilidades. Exmor APS HD CMOS. Trata-se de um sensor 19.5 vezes maior que os convencionais encontrados nas câmeras de vídeo tradicionais!
Quad Capsule Spatial Array Stereo Microphone. Vídeos de alta qualidade requerem audio de alta qualidade. O microfone stereo Quad Capsule Spatial Array possui um microfone de 4 capsulas de alta precisão, oferecendo excepcional qualidade de audio!
Fotos a 14MP em até 7 frames por segundo, aceita Lente α DSLR A-mount SteadyShot Ótico com Active Mode, 3.0" Xtra Fine LCD 180° Swivel Display (921K dots)
Controle manual total das gravações de vídeo e foto, Iris, Velocidade do Obturador, Gain, e White Balance. Entrada para Microfone Externo e Fone de ouvido, Sapata para shotgun e flash, Stot para cartões de memória, arquivos gravados em AVCHD 1920x1080.
EM BREVE POSTAREMOS MAIS SOBRE AS FILMADORAS.
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10.000 sampler gratuito

Está cada vez mais fácil e barato para produzir músicas profissionalmente, além de centenas de instrumentos virtuais grátis é possível baixar uma quantidade quase infinita de samples.
A SampleRadar dá uma força para você, eles acabam de anunciar que a sua coleção de samples grátis atingiu a marca de 10.000 arquivos, divididos em diferentes artigos no site da empresa .
(acesse os links para fazer o download).

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ÁUDIO NAS IGREJAS

O Painel sobre Áudio nas Igrejas, realizado no último dia da AES BRASIL 2009, reuniu especialistas, entre eles, o convidado internacional Ray Rayburn e Aldo Soares, diretor da Sociedade.
Um dos principais problemas debatidos foi o risco iminente de desabamento em ambientes de cultos. Locais condenados, sob risco de desabamento, podem ser derrubados pelo grave. Segundo os especialistas, quando se inicia um projeto do zero, pode-se desenvolver um trabalho para minimizar os problemas e riscos.

Porém, foi lembrado que grande parte do trabalho do profissional de áudio começa bem depois que a edificação está pronta ou em alguma parte do processo que não permite mais fazer interferências.
Os palestrantes insistiram que é preciso pensar num projeto macro, incluindo na edificação os projetos de áudio e sonorização, todos trabalhando em conjunto, pensando, inclusive, no isolamento acústico.
Quando se pensa em pendurar caixas acústicas, é preciso ter certeza de que a estrutura vai agüentar a carga. E quando se tem um prédio cuja estrutura não está íntegra, é de se preocupar com graves e agudos.
Hoje, a tendência das igrejas é voltar-se para cultos e shows. É onde a igreja se aproxima do teatro e tem de estar preparada para diversas situações. As igrejas agora estão comprando equipamentos que qualquer empresa de locação oferece para shows de qualquer porte. É nessa hora que ela precisa do profissional de áudio. Por isso, o áudio de igreja tem de ser levado a sério.
É bom lembrar que a igreja trabalha em função da fé “pelo ouvir da palavra”, e a palavra é o mais importante da casa. Portanto, tem de haver equilíbrio entre o investimento em estética e projeto de áudio e sonorização.

Extraído do site da AES BRASIL 2009
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MICROFONES

Microfones

A palavra microfone vem do vocabulário grego que quer dizer “ Mikros ” , pequeno + “ Phone ”, som.

O Microfone foi inventado por David Hughes no ano de 1878 e é um aparelho que transforma, através de fenômenos diversos (eletrodinâmicos, piezelétricos, eletrostáticos, etc.), as vibrações mecânicas de uma membrana que recebe ondas acústicas em variações de corrente.
Esta operação de transformar ondas acústicas em sinais elétricos é chamada transdução. É tido como transdutor qualquer aparelho capaz de transformar um tipo de energia em outro.

Alguns bons exemplos de transdutor é a lâmpada que transforma energia elétrica em energia luminosa, o alto-falante que transforma energia elétrica em ondas acústicas e no caso do Microfone, transforma o som recebido (ondas acústicas) em sinal elétrico, cujas variações representam tão fielmente quanto possível as do som recebido.

A figura abaixo é uma representação de uma onda acústica depois de convertido para tensões elétricas:
No que se refere à transdução da onda acústica para sinal elétrico, os microfones podem ser classificados, basicamente, em dois tipos: dinâmico e capacitivo.
O microfone dinâmico consiste de um diafragma fino acoplado a uma bobina móvel dentro de um campo magnético. Quando o som atinge o diafragma, este se move para dentro e para fora, e este movimento da bobina dentro de um campo magnético produz uma variação de corrente na bobina (e conseqüentemente uma variação de tensão em seus terminais) análoga à variação da pressão atuando no diafragma.

Este tipo de microfone é muito utilizado em apresentações ao vivo porque é fácil de usar e dispensa o uso de alimentação elétrica. Mas, por outro lado, possuem uma baixa sensibilidade, ou seja, é um microfone “ Duro ” .

Já o microfone capacitivo, também conhecido como microfone "condenser", usa o princípio de um capacitor variável, consistindo de um diafragma montado bem próximo a uma placa fixa.

Uma carga elétrica polarizada fixa é mantida entre a placa e o diafragma e, conforme este se move com a pressão sonora, a voltagem entre a placa e o diafragma varia analogamente.

Atualmente, a carga polarizada usada na maioria dos microfones condenser é implementada com um "eletreto" pré-polarizado, uma camada carregada permanentemente na placa ou na parte posterior do próprio diafragma. A polarização por meios externos normalmente é usada somente nos microfones de estúdio de mais alta qualidade.

Este tipo de microfone já são mais “ macios ” devido à leveza e flexibilidade da membrana usada. Este tipo de microfone geralmente é alimentado por uma pilha de 1,5 volts ou por Phantom Power onde a alimentação ocorre através do próprio cabo do microfone que será visto mais adiante.

O CAPACITOR

Um capacitor é simplesmente constituído por 3 peças sendo 2 peças condutoras idênticas (Armaduras) e uma peça isolante (dielétrico) colocada entre as outras duas.

Um capacitor pode armazenar energia elétrica, mas, não é usado como alimentador. Para que se tornem claras as suas aplicações, é necessário fazer o estúdio de seu funcionamento.

Antes de entrar na parte sobre diretividade, gostaria de citar aqui mais dois tipos de microfones que fizeram grande nome no decorrer dos tempos.

MICROFONE DE FITA

Devido à “ dureza ” do microfone dinâmico, foi criado um microfone onde o nível de distorção era bem menor e o som mais macio. O microfone possui este nome, pois o conjunto de diafragma e bobina é substituído por uma fita muito fina de plástico ou metal que fica suspensa (pelas pontas) entre os pólos de um potente campo magnético ficando seu corpo livre para se movimentar. Este microfone marcou época nos anos 40 e 50 onde era muito usado em programas de rádio.

Quando o sinal incide sobre a fita, esta vibra proporcionalmente à intensidade do som, atravessando as linhas do campo magnético onde são induzidas as variações resultantes. Isto faz surgir em seus terminais uma pequena tensão.

Por isso este tipo de microfone necessita de um transformador elevador de sinal e casador de impedâncias, já que a impedância da fita é muito baixa.

MICROFONE A CARVÃO

A cápsula do microfone a carvão contém grânulos de carvão, fechada por um diafragma que vibra por efeito de ondas sonoras e exerce maior ou menor pressão sobre as partículas de carvão, o que faz variar a intensidade da corrente que passa por elas.

Um ponto fraco do telefone de Bell era o dispositivo emissor que originava um sinal elétrico muito fraco. O físico inglês David Hughes no ano de 1878 substituiu este dispositivo por outro a que chamou microfone. O microfone era composto por 3 peças de carvão. Uma delas tinha a forma de uma barra pontiaguda nas extremidades, pelas quais assentava nas outras duas peças, também em forma de barra.

DIAGRAMA POLAR (diretividade)

O diagrama polar define o ângulo de captação do microfone e sua variação em função da freqüência. O diagrama polar apresenta o eixo, ou seja, a Zero grau, e demais ângulos como 90, 180 e 270 graus. De posse deste diagrama sabe-se o comportamento do microfone em função do ângulo que o sinal emitido está em relação ao eixo.

A diretividade é dividida da seguinte forma:

Cardióide (Unidirecionais): São chamados assim porque sua curva de resposta tem a forma de um coração. Este tipo de microfone responde melhor aos sons vindos da frente. Os sons das laterais são captados com pouca intensidade e seu uso é indicado para lugares de muito barulho ou para evitar a reverberação em ambientes fechados.

Supercardióide: Apresenta característica parecida com a cardióide, mas, com maior sensibilidade aos sons vindos da frente, captando um pouco mais os vindos de trás.

Hipercardióide: Microfones ultra-direcionais, altamente sensíveis aos sons frontais, com uma sensibilidade menor do que os anteriores aos sons vindos da parte de trás. Deve ser apontado com precisão para não captar sons indesejáveis. Não devem ser utilizados em interiores ou exteriores com paredes refletoras. Em ambientes reverberantes originam perdas de definição graves e colorações indesejáveis nas vozes.

Bidirecional: Também conhecidos como são os que captam o som de duas direções opostas, na frente (0° do eixo) e atrás (180° do eixo). São muito usados em estúdios de áudio. Em televisão sua utilização é limitada.

Omnidirecional: Captam o som de todas as direções. Muito sensíveis, necessitam estar muito próximo da fonte sonora para não pegar sons indesejáveis. São indicados para a captação de festas, orquestras, quando se usa um só microfone.
POSICIONAMENTO DO MICROFONE

Geralmente, a falta de experiência de alguns artistas (geralmente cantores, locutores, etc.) na hora de se posicionar diante do microfone, atrapalha muito na hora da equalização e regulagem do volume de um microfone.

Sem ter uma noção de qual o posicionamento ideal para o tipo de microfone usado, às vezes cantam a mais ou menos 10 centímetros do microfone, às vezes colocam perto demais da boca, às vezes ficam se movimentando hora perto, hora longe, sem nenhuma dinâmica. Problemas desse tipo causam a perda do sinal, onde aparecerão problemas no resultado final. Problemas como estes podem causar “ microfonia ”

A distância ideal para o uso do microfone (na maioria dos casos), é cerca de dois a três centímetros de distância entre a boca e o microfone.

Microfonia ou Realimentação Acústica (Acoustic Feedback): Efeito em forma de um forte silvo de alta freqüência que ocorre quando as ondas sonoras emitidas por um sonofletor são captadas e re-amplificadas pelo microfone que as originou. É bem comum a microfonia causar danos a alto-falantes e amplificadores podendo também trazer problemas de audição quando a pessoa é muito espost

Na maioria dos casos as microfonias são em torno de 3.100 Hz a 5000 Hz.

MICROFONE IDEAL PARA CADA APLICAÇÃO:

Microfone de mão: O microfone de mão é o tipo mais comum. Muito usado em entrevistas e por cantores, além de permitir ser segurado pelo usuário, pode ser fixado em um pedestal, pendurado ou mesmo ser deixado no chão.

O ideal é que ele tenha um amortecedor interno para diminuir os ruídos com a manipulação e ser bem robusto. Em geral os microfones de mão são do tipo dinâmico.

Lapela: Microfone projetado para ser usado junto do corpo humano. O microfone de lapela, também chamado de “ Lavalier ” , é outro tipo muito utilizado. De formato muito pequeno, é preso à roupa deixando o usuário com as mãos livres.

Ele pode ser facilmente escondido atrás de qualquer objeto, neste caso o som deve ser muito bem equalizado para parecer natural. Os microfones de lapela podem ser ligados diretamente ou através de emissores / receptores.

Quando são usados Lavalier sem fio, um pequeno transmissor é colocado na roupa do usuário. Se ele for duplo são usados dois transmissores com freqüências diferentes. Em geral os microfones de lapela são do tipo eletreto ou condensadores.

Shotgun: O do tipo Shotgun é projetado para captar sons de distâncias maiores. Deve-se evitar apontá-lo para superfície dura, como uma parede de azulejos ou de tijolos, porque elas podem refletir sons de fundo ou deixar o som "oco".

O Shotgun é muito sensível ao barulho causado pelo vento, por isto deve ser movimentado com cuidado e, sempre que possível, usá-lo com quebra-vento de espuma (luva). Em geral os microfones Shotgun são do tipo Hipercardióide, Supercardióide ou Cardióide.

PZM: O PZM – (Pressure Zone Microphones), é um microfone projetado para captar o som de várias pessoas. Este microfone iguala o volume de todos os sons captados dentro de seu alcance. Em geral os microfones PZM são do tipo omnidirecionais. Abaixo citarei alguns microfones atualmente disponíveis no mercado que analisando custo / benefício executam bem o que propõe.

POLARIDADE E FASE

Estes termos são freqüentemente usados como tendo o mesmo significado, porém, não é a realidade.

Polaridade: Em eletricidade, mudar a polaridade é fazer a simples reversão do pólo positivo com o pólo negativo. Não importa se trata-se de CC (Corrente Contínua) ou CA (Corrente Alternada).

Inverter uma bateria em uma lanterna é a explicação mais simples para este fato. Se você reverter a polaridade da voltagem que está indo para a lâmpada da lanterna ela funcionará da mesma maneira, porém, em outros circuitos eletrônicos, o funcionamento não acontecerá.

Um exemplo da mudança de fase em CA (Corrente Alternada) é a troca da entrada dos terminais de um alto-falante. Se assim você o fizer, você terá mudado a polaridade do sinal que entra no alto-falante.

Fase: Em eletricidade, a fase tem relação apenas com a CA (Corrente Alternada) e deve haver dois sinais. Os sinais devem ser da mesma freqüência e fase refere-se ao relacionamento delas em um determinado tempo.

Se ambos os sinais alcançarem o mesmo ponto ao mesmo tempo, eles estarão em fase e se eles alcançarem o mesmo ponto em tempo diferente eles estarão fora de fase.

A principal questão é quanto eles estão fora de fase, ou explicando de outra maneira, qual é o deslocamento de fase entre eles. O importante a ser observado nessas definições é que você pode reverter a polaridade de um sinal e você pode medir esta mudança, porém, você necessita de dois sinais para medir um deslocamento de fase.

MICROFONANDO INSTRUMENTOS
Antes de qualquer coisa, devemos observar que apenas com a mudança no posicionamento do microfone podemos ter uma grande alteração no timbre.

Vamos utilizar como exemplo um cubo de guitarra. Direcionando o microfone para o centro do alto-falante, estaremos captando com mais intensidade as freqüências médias e altas, ao contrário de captarmos o som nas bordas do alto-falante onde teremos menos intensidade nestas freqüências tornando o som menos estridente.

Da mesma maneira ocorre com instrumentos, vozes, etc. Não vamos especificar neste material como fazer a captação ideal, pois, cada caso é um caso e não existem padrões. Devemos sempre experimentar e criar nossas próprias técnicas de microfonação porque nesta área não existe certo ou errado; existe apenas o que soa bem ou não.

O método de microfonação vai depender muito do estilo que será apresentado, pois, há estilos que exige um som mais estridente, outros não.

Veremos mais sobre microfonação de instrumentos em módulos mais adiante. PHANTON POWER E BIAS VOLTAGE (Voltagem de Polarização)

Muitos usuários de equipamentos de áudio profissional acham que não existem diferenças entre Phanton Power e Bias Voltage. Isto não é verdade, elas não se confundem.

Phanton Power é normalmente fornecida pela mesa de som, mas, podem também ser suprida por uma fonte de Phanton Power externa, adquirida separadamente.

Phanton Power requer um circuito balanceado onde os pinos 2 e 3 do conector XLR transportem a mesma voltagem CC relativa ao pino 1.

Ex: Se uma mesa de som fornecer 48 Volts de Phanton Power, os pinos 2 e 3 XLR de um cabo de microfone transportarão 48 Volts CC cada um em relação ao pino 1. É claro que o cabo do microfone transporta a voltagem Phanton Power bem como o sinal de áudio.

As mesas de som que fornecem Phanton Power possuem resistores limitadores de corrente que atuam como válvula de controle. Se o microfone ou cabo estiver com a fiação impropriamente conectada, estes resistores limitam o fluxo corrente para o microfone prevenindo danificações ao circuito de fornecimento de Phanton Voltage.

Um microfone dinamicamente balanceado não é afetado pela Phanton Power, entretanto, um microfone dinâmico desbalanceado será afetado. Provavelmente o microfone não será danificado, mas, não irá trabalhar apropriadamente.

Bias Voltage: É uma voltagem CC (de 1,5 a 9 Volts) que é fornecida através de um condutor único. Diferente do Phanton Power, a voltagem de polarização (bias) não requer um circuito balanceado.

A voltagem de polarização é fornecida a um transistor conhecido como (JFET) conectado à saída de um microfone de eletreto.

O JFET atua como um conversor de impedância que é uma necessidade para qualquer microfone projetado para usar um capacitor como elemento (microfone capacitivo).

IMPEDÂNCIA

Impedância é a versão CA (Corrente Alternada) do termo resistência em um circuito CC (Corrente Contínua) e significa a oposição do fluxo da corrente de elétrons em um circuito e é expressa em ohms.

A impedância que é abreviada com “ Z ” inclui a reatância capacitiva e a reatância indutiva somadas à resistência CC. A reatância está relacionada principalmente com a freqüência do sinal que flui no circuito.

A reatância capacitiva aumenta quando a freqüência diminui e a reatância indutiva aumenta com o aumento da freqüência. Por causa desta relação com a freqüência, a impedância não é medida diretamente com um multímetro como é feito com a resistência CC.

MICROFONE CALIBRADO

Os microfones para medições também chamados de “ Microfones Calibrados ” devem ter resposta plana, tipicamente dentro de mais ou menos 1dB dentro da banda de áudio (20Hz a 20.000 Hz) ou acima. É necessário também que sejam omnidirecionais para captar todo o som ao seu redor, macios, para captar os sons de baixa intensidade, e possuírem um pré-amplificador interno com uma boa extensão dinâmica como, por exemplo, 100 dB ou maior.
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EQUALIZADOR GRÁFICO OU PARÁMETRICO?

Equalizador ele é amigo ou inimigo?

Ele pode ser um grande amigo realizando a correção do áudio, isto é, se você souber usá-lo ou pode tornar um grande inimigo causando-lhe uma grande dor de cabeça.

Muitos de vocês já devem ter ouvido falar do equalizador paramétrico ou equalizador gráfico. Qual é, então, a diferença entre ele e o gráfico e para que serve? Bom, de início, enquanto o gráfico pode ter até 31 bandas por canal, o paramétrico terá no máximo dez.


EQUALIZADOR GRÁFICO

Os equalizadores gráficos são aqueles cujo painel dianteiro nos oferece uma série ou duas de potenciômetros deslizantes (como os faders de uma mesa, porém muito mais próximos entre si para permitir que sejam agrupados 62 no painel de um aparelho com os 48,xx cm do padrão rack. Alguns fabricantes a título de economia oferecem modelos menos versáteis com apenas 31 que atuam por igual em ambos os canais. O termo "gráfico" aparece no nome, pois após efetuar a sua equalização, permitem que você tem uma idéia aproximada de como os filtros do aparelho estão alterando o som que recebem da sua mesa. Na verdade a grande maioria dos equalizadores gráficos acaba tendo uma curva de atuação diferente daquele esboçado pela posição dos potenciômetros no seu painel em função daquilo que acontece devido à interação dos filtros vizinhos e da largura de banda dos filtros controlados por cada potenciômetro que não morre rigidamente no filtro vizinho. Portanto o que se deve buscar não é um desenho bonito mas a posição dos potenciômetros que propicie o ajuste adequado ao seu som.

Mencionei equalizadores de 31 (as vezes 32) bandas de equalização que são os que dentro deste tipo de equalizadores gráficos oferecem os maior recursos de controle sendo portanto os que são empregados profissionalmente. Alguns fabricantes oferecem a título de uma flexibilidade (mínima) equalizadores com ainda menos bandas que ficam alojados logo acima dos controles Master de alguns modelos de suas mesas com o propósito de incrementar os seus recursos. O que ocorre, porém, é que embora isto possa até quebrar o galho, na verdade, qualquer tipo de equalização que não oferece o ajuste de largura dos filtros, como oferecem os paramétricos, acabará afetando freqüências vizinhas inocentes que não necessitam ser alteradas e obviamente quanto menor o número de bandas ao seu dispor, maior a largura de cada banda e consequentemente, maior a quantidade de freqüências inocentes afetadas. É mais ou menos como se alguém empregasse um machado para fazer um furo que deveria ser feito com uma broca de 2 mm. Perde se muita qualidade devido às freqüências inocentes que são também cortadas.

Vamos entender para que é que serve um equalizador. Existe um conceito errôneo de que os equalizadores corrigem a acústica das salas. Um equalizador pode até auxiliar um sistema de som a funcionar APESAR dos defeitos da sala porém nunca será capaz de corrigi-los. Na verdade as principais funções de um equalizador são as seguintes:

1. Acertar a resposta das caixas de som

Sim, por melhor que seja a procedência, mesmo caixas de bom pedigree chegam às mãos dos seus usuários com arestas que precisam ser podadas. Nos últimos anos, a tendência dos fabricantes produzirem caixas amplificadas tem permitido a inclusão de circuitos de equalização e alinhamento de sinal juntamente com os crossovers limitadores e amplificadores que compõem suas caixas, neste caso e o fabricante realmente implementou estes recursos em sua caixa amplificada, temos o que eu chamaria, tomando emprestado o termo da informática, um produto "plug and play" ou seja um equipamento que não requer ajustes para a otimização do seu som, no qual basta apenas plugar o cabo com a fonte de sinal e tocar.

2. Reduzir os efeitos do mau posicionamento de caixas e microfones impostas pelo ambiente

Muitas vezes os sistemas de som são operados em ambientes de forma temporária, como por exemplo quando faço a sonorização de um congresso. Nestas circunstâncias há muito pouco que se possa fazer para escapar da disposição imposta pelos salões. É nestas situações que o equalizador surge como um "quebra galho" auxiliando a abrandar as freqüências cuja energia é somada em pontos do palco devido ao emprego das caixas de som, as vezes dispostas nas laterais, e cujas somas ao serem captadas pelos microfones tornam o sistema mais propenso à microfonia.

Deve se observar que o emprego do equalizador realmente não passa de um paliativo nestes casos, pois com a existência de múltiplas fontes sonoras reproduzindo o mesmo som, estas somas e cancelamentos de energia ocorrerão por todo o auditório em função duma relação criada pelas distâncias entre as caixas e cada assento do auditório e os comprimentos de onda de cada uma das freqüências reproduzidas pelas caixas (exceção feita somente a uma estreita linha central ao longo da qual os ouvintes estão eqüidistantes de ambas as caixas). Portanto, se alguém me chama para equalizar um sistema como este, minha primeira pergunta é: Para que posição você deseja que o som fique bom?

Devo salientar que, a rigor, esta função de se resolver freqüências propensas à microfonia deve ser realizada pelo equalizador e não pela equalização dos canais que ficam livres para correções de vozes e instrumentos, destaques para realçar os mesmos dentro do mix e outros efeitos artísticos. Na prática, porém, a realidade dos ambientes sonorizados acaba muitas vezes nos exigindo sacrificar estas funções que melhorariam a qualidade do som, para atender à mais premente e rudimentar função de combate à microfonia.

3. Para ser justo existe uma aplicação em que o equalizador abranda (porém não corrige!) um dos efeitos da acústica sobre o som. Este emprego do equalizador tem a ver com as freqüências naturalmente reforçadas pela relação de dimensões da sala. Quando uma onda tem um comprimento que é um submultiplo da largura, comprimento ou altura de uma sala, esta freqüência acaba sendo reforçada - mesmo que haja uma única fonte sonora na sala e que não precisaria nem ser amplificada (a exemplo de um cantor de chuveiro que consegue gerar ondas estacionárias num banheiro). Neste caso em se tratando de um sistema de PA, o equalizador ajuda a cortar estas freqüências de modo que não sejam tão notadas na sala.

4. Por fim existe uma aplicação na qual um operador pode desejar cortar ou realçar parte do espectro do material de programa de modo a proporcionar uma equalização artística que otimize o som de sua banda.

EQUALIZADOR PARAMÉTRICO


Para começar, você precisa entender por quê este tipo de equipamento é chamado paramétrico. Vamos lá.

O Sinal Senoidal, o Paramétrico e os Filtros

O sinal senoidal, representação matemática da onda sonora, possui alguns parâmetros básicos: amplitude, freqüência, período, largura de banda. Veja a figura abaixo:

Parâmetros do Sinal Senoidal

Quando um equalizador qualquer atua no sinal senoidal, ele está agindo em um ou mais desses parâmetros. O equalizador paramétrico, então, tem a capacidade de atuar em três parâmetros simultaneamente, enquanto o gráfico atua somente em um. Essa é outra diferença fundamental entre eles.

Como nos gráficos, os paramétricos também são constituídos de filtros. Em geral possuem de três a dez filtros, todos eles com capacidade de atuação nos parâmetros amplitude (level), freqüência central (frequency) e largura de banda (bandwidth). Podem ser construídos com um ou dois canais.

Veja abaixo uma seção (filtro) de um equalizador paramétrico e suas funções:

Seção de um Equalizador Paramétrico

Vamos detalhar a função de cada parâmetro. Vem comigo.

Level ou Nível

Esse parâmetro atua sobre a amplitude do sinal senoidal. De modo semelhante ao que ocorre no equalizador gráfico, no paramétrico essa função nos permite atenuar ou reforçar o sinal que está sendo trabalhado naquele determinado filtro. O nível de atenuação ou reforço é especificado em dB.

Frequency ou Freqüência Central

Os filtros utilizados no equalizador paramétrico são do tipo passa-faixa. Esse tipo de filtro possui duas freqüências especiais, chamadas freqüências de corte, uma inferior e outra superior, que delimitam sua faixa de atuação. Como o nome sugere, esse filtro permite a passagem de toda a faixa de freqüência compreendida entre os limites inferior e superior. Esses limites são conhecidos como freqüência de corte inferior (fci) e freqüência de corte superior (fcs).

A freqüência central, então, é aquela que está no meio da faixa que o filtro manuseia.

O paramétrico permite, por meio da função freqüência central, que o usuário escolha exatamente a freqüência sobre a qual quer que o equalizador atue.

Bandwidth ou Largura de Banda

A largura de banda é dada pela diferença entre as freqüências de corte superior e inferior. Esse parâmetro informa a seletividade do filtro, demonstrando sua capacidade de atuar somente na freqüência que se quer ou agir também sobre as freqüências vizinhas.

A bandwidth é especificada em oitavas que podem variar de 0,03 a 2. Quanto menor for a largura de banda, maior será a capacidade do filtro de atuar na freqüência especificada sem atingir as vizinhas.

Para que serve?

O equalizador paramétrico é uma ferramenta poderosa para a correção de problemas de sonorização. Deixe-me dar um exemplo: imagine que você está “passando” o som de um evento quando o orador sobe ao palco para os ajustes de voz. Quando ele começa a falar você observa que, em função da dicção do orador, há um problema de puf (b, d e p rachando). Normalmente esse tipo de problema ocorre na região entre 80 e 100 Hz. Bom, você pensa: “vou atenuar essas freqüências no equalizador gráfico”. Você pode fazer isso, claro, mas alterará a resposta de todo o sistema, podendo prejudicar o restante do trabalho. Aí você diz: “Vou tentar corrigir o problema nos controles tonais da mesa”. Só que em função da faixa de atuação do filtro ser grande, você também vai alterar freqüências que não queria.

“O que é que vou fazer então?” Use um equalizador paramétrico, claro! Coloque-o insertado no canal do orador, posicione o controle de freqüência central em 90 Hz (no meio da faixa entre 80 e 100 Hz), ajuste a largura de banda de modo a abranger a faixa em questão e atenue o nível do sinal até corrigir o problema.

Veja, essa é apenas uma aplicação para o paramétrico... há muitas outras.

Aí você vai me perguntar: qual é, então, o melhor dos dois? Nenhum, vou responder. Cada um tem sua aplicação específica, cabendo a nós, operadores e técnicos, saber como e quando utilizá-los.